REALIDADE OCULTA QUE NÃO SE PUBLICA NA MÍDIA


ENTREVISTA COM O MAIOR INVESTIGADOR DA SIDA 

   Dr. Peter Duesberg,  pioneiro da pesquisa dos retrovírus e Professor de Biologia Celular na Universidade da Califórnia, em Berkeley.

Duesberg é um cientista de ponta que trouxe importantes críticas à hipótese do HIV na Sida ao pódio da ciência. Os resultados das suas pesquisas, por volta de 1990, demonstraram que a sida não pode ser causada pelo HIV (ou qualquer outro vírus) sendo portanto, como o termo “sida” originalmente implicava, uma deficiência sistémica imunológica não infecciosa.

 

A infecciosidade do hiv é apenas de 3 %. O último artigo de Duesberg de 77 páginas sobre o assunto foi publicado num jornal de pesquisas britânico ( Pharmac. Ther., 55:201-277, 1992) contendo 17 páginas de citações da literatura científica e médica. O que provoca morte debilitando o organismo seria o AZT (medicamento para tratar a sida) , o AZT  é um limitador da corrente do ADN , que por si produz os mesmos sintomas devastadores atribuídos à sida.

 

Perguntas Freqüentemente Feitas [a Peter Duesberg] Por Peter Duesberg

 

Q1: Você afirma que não há uma diminuição evidente nos novos casos da AIDS. Pelo contrário, todos os anos tal número está aumentando. Como você explica que as estatísticas oficiais na Itália (e também em outros países europeus) digam que os casos novos diminuíram em 11,3% em 1996 e 29% em 1997?

R1: O livro Inventing the AIDS Vírus (IAV) sustenta que a AIDS é causada por drogas. A diminuição de novos casos de AIDS nos EUA nos últimos anos confirma perfeitamente essa proposição, porque a diminuição corresponde exatamente a um constante declínio no consumo de drogas recreativas. Por exemplo, nos EUA o gasto com drogas recreativas teve o seu pico em $91 bilhões em 1988 e entrou em declínio, atingindo apenas $53,7 bilhões em 1995. Da mesma forma, o aumento rápido da AIDS nos anos 1980 correspondeu ao explosivo aparecimento da epidemia do uso de drogas recreativas no EUA e na Europa nos anos 1980 (veja IAV).(Onde e quando eu teria dito que "não há uma diminuição evidente nos novos casos de AIDS???”)

 

Q2: Você parece pensar que o AZT pode ser a causa da doença ao invés de uma cura para ela: como isso é possível se a droga foi usada desde 1987 enquanto os primeiros casos desse estranho síndrome imunológico foram observados em 1981?

R2: Entre 1981 e 1984 os (Centros de Controle de Doenças em Atlanta e muitos cientistas americanos e ingleses independentes levantaram a hipótese da AIDS ser uma doença relacionada ao estilo de vida de usuários de drogas recreativas. Veja, por exemplo, um editorial de D. Durack, na famosa New England Journal of Medicine (vol. 305, p.1465), em 1981, que propõe que as “drogas recreativas [são] supressoras imunológicas”.Baseado na hipótese do estilo de vida no início dos anos 1980 e em minha própria pesquisa propus no IAV que as drogas causam a AIDS. Essa hipótese sustenta que a AIDS é causada ou por drogas recreativas, ou por drogas destruidoras da cadeia de DNA como o AZT prescrito como uma drogas anti-HIV, ou por uma combinação de ambas. De fato, acentuei que as drogas destruidoras da cadeia de DNA, como o AZT, são muito mais tóxicas que as drogas recreativas como a cocaína e a heroína. Isso pode ter criado a impressão errônea de que muitas drogas licenciadas anti-HIV, desde 1987 sejam a única causa da AIDS.

 

Q3: Se o AZT é tão tóxico, como é que a incidência de crianças infectadas diminuiu de 25% a 8% (na Itália e na França) em bebês nascidos de mães que tinham sido tratadas com o AZT durante a gravidez?

R3: O tratamento de mulheres portadoras do HIV, grávidas, com os destruidores das cadeias de DNA reduziu a incidência de HIV nos seus bebês de 25% a 8% na França e Itália como também nos EUA. Isso era esperado de uma droga que foi projetada para matar células incluindo aquelas em que o HIV se replica. O AZT foi desenvolvido há mais de 30 anos para matar células que resultavam da quimioterapia do câncer. O principal problema com esse hipotético triunfo do tratamento anti-HIV é que o HIV não é a causa da AIDS. O segundo problema mais sério é que o AZT induz ao aborto, e gera defeitos congênitos em seres humanos e causa câncer em animais nascidos de mães tratadas com ele. Por exemplo, um estudo publicado em 1994 apontou que entre 104 mulheres portadoras do HIV tratadas com o AZT, 8 abortaram espontaneamente, 8 precisaram abortar "terapeuticamente", e 8 bebês nasceram com defeitos congênitos como cavidades no tórax, doenças do coração, dedos a mais, orelhas mal localizadas, faces triangulares, coluna deformada e albinismo. Kumar et al, J. AIDS. vol. 7. p1034 (1994), citado em IAV).

 

Q4: De acordo com nossos principais especialistas o novo coquetel (protease + inibidores da transcriptase) parece funcionar, ou pelo menos manter a doença à distância. Como é isso possível?

R4: Contrariando as afirmações de seus "principais especialistas", os coquetéis de drogas anti-HIV estão falhando nos EUA. Um artigo de primeira página do New York Times, mostrando pacientes de AIDS agonizantes, emitiu uma primeira advertência em agosto de 1997: "Apesar das novas e poderosas drogas para a AIDS muitos ainda estão perdendo a batalha (NYT, 22 de agosto de 1997). Em setembro de 1997 a imprensa americana já informava que aqueles "coquetéis de drogas contra a AIDS fracassam em 53% dos casos" (o Examiner de São Francisco, 29 de setembro de 1997). Devido a isso eu desejo saber o que os seus "principais especialistas" fazem para fazer os coquetéis "funcionarem". Onde eles publicaram suas histórias de sucesso?

 

Q5: As estatísticas nos países ocidentais mostram que há menos mortes entre as pessoas que têm AIDS. Se não é por causa do novo tratamento, quais são as razões?

R5: As razões pelas quais a epidemia de AIDS está declinando foram dadas em R1, a resposta para a Ql, acima. O consumo de drogas recreativas recuou recentemente e por isso a AIDS também recuou. Porém, não existe nenhuma evidência para apoiar a afirmação de que isso ocorreu devido aos novos coquetéis de drogas contra a AIDS. Essa evidência teria que mostrar que aqueles que ainda têm AIDS não são tratados e que aqueles que não têm AIDS são tratados. Mas esse não é o caso nos EUA. Praticamente todos os pacientes americanos de AIDS são tratados com os novos coquetéis de drogas, mas eles continuam morrendo.

 

Q6: No seu livro você considera que os "poppers" podem desempenhar um papel de promotores da síndrome por causa da sua ação no sistema imunológico. Na Itália, porém, calcula-se que apenas 10% da comunidade "gay" use os "poppers". Como você explicaria então os casos de AIDS entre os homossexuais italianos?

R6: Uma vez que eu não tenho documentação sobre o uso de drogas pelos italianos homossexuais, não posso responder a essa pergunta diretamente. Por favor, indique uma fonte para a sua afirmação de que só 10% usam "poppers". Entretanto, existe literatura científica que informa sobre o uso de drogas pelos homossexuais masculinos americanos, ingleses, holandeses, canadenses e australianos: Eles usam conjuntos de drogas recreativas como estimulantes sexuais, incluindo os "poppers" (inalantes a base de nitritos), benzedrina, cloreto de etila, cocaína, estimulantes, heroína, além de uma "mistura de drogas" médicas. Muitas dessas drogas – e particularmente combinações delas – causam doenças definidoras da AIDS independentemente da presença do HIV.

  

Q7: Você menciona estudos relatando que uma pessoa portadora de HIV precisa, em média, de 1.000 relações sexuais desprotegidas para transmitir o vírus do HIV. Como foi possível estabelecer essa média? Isso significa que os preservativos são inúteis para prevenir a disseminação da doença?

R7: O Centro para Controle das Doenças em Atlanta foi o primeiro a publicar, em 1989, no New England Journal of Medicine (veja o IAV) que uma pessoa precisa de aproximadamente 1.000 contatos sexuais desprotegidos com uma pessoa HIV-positiva para também tornar-se HIV-positiva. Os números do CDC estão baseados nos milhares de casais de hemofílicos em que o marido era positivo a partir de uma transfusão e algumas das esposas tornaram-se soro-positivas com o passar do tempo. Estudos recentes sobre pares de homossexuais, pares de heterossexuais e sobre solteiros confirmaram o número dado pelos CDC (veja o IAV). Com respeito à sua pergunta sobre a utilidade dos preservativos na prevenção da AIDS minha resposta é dupla: (1) desde que a AIDS seja causada por drogas e não pelo HIV, os preservativos não previnem AIDS. (2) Entretanto, como muitos doutores prescrevem drogas destruidoras da cadeia de DNA – como o AZT – contra o HIV para pacientes saudáveis portadores do HIV, e desde que drogas destruidoras das cadeias de DNA causam a AIDS – os preservativos são, afinal de contas, úteis. Eles protegem de infecção e também de AIDS causada por medicamentos anti-HIV as pessoas que têm uma média de 1.000 contatos sexuais com pessoas HIV-positivas.

 

Q8: Você afirma que qualquer micróbio que mate todos seus hospedeiros terminaria cometendo suicídio. Como assim? Você acredita num ‘finalismo de sobrevivência’ da natureza, num tipo de inteligência do vírus?

R8: A vida é comparável à lei: está baseada em lógica e em precedentes. Não há nenhum precedente para um vírus invariavelmente matar o seu hospedeiro, como se afirma em relação ao HIV, nem seria lógico para um vírus matar o hospedeiro de que precisa para sobreviver. A “inteligência de um vírus” que mata invariavelmente o seu hospedeiro, seria a mesma de um carro que invariavelmente matasse seus motoristas porque não possui freios.

 

Q9: A OMS estima que há 17 milhões de soro-positivos saudáveis no mundo. Você diz que a cada ano são descobertos muitos milhares deles no Exército americano. 'Quando' e 'como' eles foram infectados. e 'por que' a maioria deles não adoece?

R9: O HIV, como todos os outros retrovírus em animais e homens, é transmitido pela mãe à criança após o nascimento. Todos os vírus e micróbios que são transmitidos após o nascimento, por natureza são inofensivos pelas razões afirmadas na R8. Assim, esses 17 milhões de soros positivos de HIV que são saudáveis são aqueles que não usam drogas recreativas e/ou anti-HIV.

 
Q10: Os novos testes (PCR) podem detectar não só o vírus como também seus anticorpos. Como é que muitas pessoas morrem de AIDS sem nenhum traço de HIV em seu sangue? Ele está escondido ou não existe?

R10: Ao contrário de sua afirmação, o novo teste PCR não descobre "o vírus". Ao invés disso, ele descobre uma parte do RNA viral ou genoma do DNA, mas, não o genoma completo. Invariavelmente qualquer vírus cujos RNA ou DNA sejam descobertos por esse método, é neutralizado por anticorpos e está, assim, latente e não infeccioso. É por isso que esse método muito caro foi introduzido para descobrir "o vírus" em pacientes da AIDS. Seria muito mais barato, e biologicamente muito mais pertinente se o HIV infeccioso pudesse ser descoberto. A dificuldade em descobrir o vírus infeccioso foi a razão para o processo por fraude movido pelo Pasteur Institute contra os principais pesquisadores da AIDS nos EUA (Gallo) e no REINO UNIDO (Weiss). O método PCR foi inventado por Kary Mullis, autor do prefácio ao IAV, para detectar uma agulha num palheiro. Mas uma agulha num palheiro não causa uma doença fatal. Essa é, de fato, uma das falhas fatais da hipótese do HIV-AIDS. A razão por que "muitas pessoas morrem, de AIDS sem traços de HIV" é simples. Considerando que a AIDS é causada por drogas, o HIV não deve estar presente em pacientes de AIDS – ele é a marca registrada de um vírus passageiro.

 

Q11: Você diz que 90% dos pacientes de AIDS são ainda os homens. Na África a razão entre homens e mulheres é de 1 para 1 e na Europa Oriental, i.e. na Romênia, é de 6 para 4. Por que essa diferença?

R11: Isso falseia o que eu declaro em IAV. Eu declarei que, de acordo com os Centros para Controle de Doença e a Organização Mundial da Saúde, quase 9 entre 10 pacientes de AIDS na América e na Europa Ocidental são do sexo masculino. Eu não disse que eles são “ainda homens”, porque não sou um profeta, sou somente um cientista. Um capítulo inteiro do IAV explica por que a AIDS africana é diferente. A epidemia de AIDS africana tem só uma coisa em comum com a epidemia Americana e a Européia de AIDS – o nome. A AIDS africana é causada por desnutrição, infecção parasitária e deficientes serviços de saúde pública. Não há grupo de risco na África, como viciados de droga e homossexuais. É por essa razão que a AIDS africana se distribui igualmente entre os sexos. Além disso, praticamente nenhum paciente africano de AIDS tem pneumonia pneumocística, demência, ou o sarcoma de Kaposi – as doenças indicativas da AIDS nos EUA e na Europa. Acima de tudo, a AIDS africana é diagnosticada sem que seja feito um teste de HIV que é muito caro para a África. Assim, não existe evidência científica para a correlação entre o HIV e a AIDS africana, há apenas suposições.

 

Q12: O sangue filtrado reduziu o número de infecções entre hemofílicos?

R12: Essa é uma boa pergunta! Acredito que deveria ser assim. Mas surpreendentemente nem nos EUA nem na Europa se informou como a filtragem do HIV no sangue tem afetado a incidência do HIV nos hemofílicos americanos e europeus. Por favor, informe-me se você tiver tais informações.

 

Q13: Você se queixa da discriminação pela comunidade científica e sobre as concessões negadas pelo NIH para sua pesquisa sobre os efeitos de longo prazo das drogas. Algo mudou depois da publicação de seu livro nos Estados Unidos?

R13: A negação de recursos para os não conformistas não mudou nos EUA. Acredito que seria fatal para o que se tem atualmente estabelecido sobre a AIDS se fosse provado que tudo está errado e é por isso que aquela negação de recursos não irá mudar tão cedo.

 

Q14: Existe algum cientista na Itália que concorde com seus pontos de vista não ortodoxos? E em toda a Europa?

R14: Há alguns cientistas italianos que têm as mesmas perguntas sobre a improdutiva hipótese do HIV da mesma forma que eu. Por exemplo, o Dr. Fábio Franchi, em Trieste e o Dr. Raffaele Cascone, em Morlupo. Outros, como o Prof. Leonida Santamaria e o Dr. Raul Vergini (Predappio) organizaram conferências em 1993, em Pavia, e em 1994, em Bolonha, que questionavam abertamente a hipótese do HIV-AIDS.

 

Q15: Porque você não escreveu seu livro na primeira pessoa mas na terceira?

R15: A terceira pessoa foi escolhida, porque o livro foi escrito mais como um documentário do que como uma biografia ou um romance.

 

 

O texto acima é encontrado em

www.duesberg.com escrito em inglês.

 

Professor Peter H. Duesberg, Ph. D.

Department of Molecular &- Cell Biology

c/o Stanley/Donner Administrative Services Unit

229 Stanley Hall 03206

University of Califórnia at Berkeley

Berkeley v, CA 94720-3206

peter@duesberg.com

 

http://br.groups.yahoo.com/group/SIDA_Nova_Aurora/

 



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