REALIDADE OCULTA QUE NÃO SE PUBLICA NA MÍDIA


ESPIONAGEM NA INTERNET - SAIBA COMO

Echelon- Espionagem total (Big Brother: falsa diversão)

Outro dos muitos sistemas de espionagem, este a cargo da NSA (National security agency) americana, e alguns associados como: Austrália, Nova Zelândia, Canadá e Inglaterra.
Um fato real a comprovado, já debatido pelo Parlamento Europeu.
O polêmico echelon tem como finalidade escutar as comunicações internacionais, seja conversas telefônicas, faxes, emails, tudo.

Caro leitor, mas não há caso para entrarmos em paranóia, eu continuo fazendo a minha vidinha normal, enviando emails, falando no telemóvel sobre tudo o que me apetece, seja ovniologia, conspirações, tudo. Até agora nenhum homem de negro apareceu. (risos).
Criptografar emails, se pensa que é um modo seguro, desengane-se, certamente os EUA possuem melhores softwares de criptografia e descodificação do que aqueles que colocaram na Internet para nós baixarmos (ou comprarmos).

Echelon é um sistema que recorre a cerca de 120 satélites vortex, ou talvez mais, decifram algo como: dois milhões de mensagens por hora…Criado na década de 70 e ampliado nos anos de 1975 e 1995.
Este métodos de espionagem não visa apenas “decifrar” palavras chave que possam dizer respeito à segurança nacional dos EUA, eles espionam também com fins políticos e econômicos.
Isto não é uma ilusão, o Echelon é real, tanto que a administração Clinton foi obrigada a reconhecer a existência do projeto e a desclassificar informações perante cientistas da Universidade George Washington.

O Jornalista escocês Duncan Campbell forneceu um grande relatório com todos os dados sobre Echelon aos euro-deputados, o que causou indignação visto que a Grã-Bretanha os traía espiando-os.
( aproveite e leia “inside echelon” : http://www.heise.de/tp/r4/artikel/6/6929/1.html )
A União Européia, inclusive, ponderou montar um sistema igual para espionar os EUA.
Esses mesmo Echelon, e a NSA espionam na Internet, o próprio FBI cria vírus que se propagam pela Internet com o propósito de espionar.
Esses sistemas quanto a escutas telefônicas, detecta palavras “chave” e depois grava as conversações, repare falar ao telemóvel é um telefonema via satélite. Se você falar em”óvni” ,”al-qaeda”, “Saddam” por exemplo falando de uma notícia que viu na tv sobre Bin Laden ou Saddam, aí provavelmente a sua conversa será detectada porque você toucou em palavras-chave.

Ao que parece há uma nova divisão desse projeto echelon, que seria a ILETS (International Law Enforcement Tele communications Seminar), uma organização secreta ( sem existência oficial ) cujo principal objetivo visa a coordenação de esforços para criação de portas ocultas em todos os sistemas de comunicações do mundo ocidental, incluindo os satélites internacionais

A 18 de Maio de 2001, veio a conhecimento público o informe, elaborado pela Comissão Provisória, nomeada pelo Parlamento Europeu, para investigar o Echelon, em que confirmaram:
“ A existência de um sistema global de interceptação das comunicações em que cooperam os Estados Unidos, o Reino Unido, Canadá, Austrália e Nova Zelândia, já não pode ser colocado em dúvida.(…) O que resulta importante é que seu propósito é interceptar comunicações privadas e comerciais, e não comunicações militares.” (NAVARRO, 2001: 50)

Sem dúvida, mais do que um sistema de espionagem, este sistema é uma grave violação ao nosso direito de privacidade. Qualquer dia nem os sites de Internet escaparão à censura total .
Quer saturar os servidores do Echelon?
Você sabe que ao reenviar emails spam, em grande massa e amigos seus reenviarem esses emails em massa, poderá saturar os servidores do email (exemplo: hotmail, Yahoo, etc.) o mesmo pode fazer-se quanto ao Echelon, basta reenviar emails com o código e palavras-chave (que o echelon busca) e se todas as pessoas forem reencaminhando esses emails isso irá saturar os servidores do echelon, ou gerar milhões de respostas no dicionário deles, etc.

Informações tiradas do livro :
«O mundo sob escuta, as capacidades de intercepção do século XXI » Duncan Campbell.
Por mais que as comunicações estejam sob escuta e sejam interceptadas, nunca é possível escutá-las todas.
Apenas se podem filtrar comunicações suspeitas quando se sabe quem e o que se procura.
Os computadores não podem chegar a esses dados pela lógica, eles têm de vir de fontes de inteligência mais tradicionais e “humanas”, dos agentes e dos informadores.

A questão a colocar no futuro é a de determinar se sistemas como o do Echelon nos poderão alguma vez proteger contra atos terroristas .Se não o conseguem, então não faz qualquer sentido os cidadãos de todo o mundo estarem a trocar a sua privacidade por uma segurança que não existe.
Existem inclusive submarinos que foram adaptados para auscultar os cabos subaquáticos de comunicações do Mediterrâneo.

Após a guerra Fria, os americanos colocaram os seus postos de escuta no centro e no Sul da Alemanha e , secretamente na Áustria e no Irão. Em Itália e Espanha.
Uma estação em Kagnew, em Asmara, na Eritreia, fora-lhes legada pelos britânicos em 1941 e ,até ao seu suposto encerramento em 1970, era a maior estação de intercepção do mundo. Uma das suas realizações mais espetaculares consistia numa antena parabólica que era utilizada para passar mensagens em direção aos Estados Unidos por reflexão na superfície Lunar.

Existem pelos menos 30 nações a ter redes de escuta, a nível global ou regional.
A Rússia, a China, a França e outras nações possuem redes mundiais. Mesmo as pequenas nações européias como a Dinamarca, a Holanda ou a Suíça, construíram há pouco tempo pequenas estações de intercepção de satélites para obterem e processarem dados mediante escuta das comunicações civis via satélite.
A nível global, cerca de 15 a 20 mil milhões de euros são gastos nesses projetos.

Em França a estação de escuta de satélites, situada em Domes, Sarlat, perto de Bordéus, foi apelidada de Frenchelon ( French- Echelon).

Frenchelon – França. ( fotos: http://cryptome.org/frenchepix.htm e:
http://reseau.echelon.free.fr/reseau.echelon/photos/france.htm )

A Rússia tem a organização FAPSI ( Federalnoe Agentsvo Pravitelstvennoi Svyazi i Informatsii ), que emprega 54.000 funcionários, trata-se da : A agência Federal para as comunicações do Governo.
Também a China mantém estações de escuta, duas das quais apontadas para a Rússia e é operada em conjunto com os americanos.

A rede Francesa dirigida pela DGSE , inclui duas bases de intercepção de satélites e um quartel-general de criptografia, bem como estações ultramarinas na Guiana, Nova Caledônia e até no Oceano Índico.
A agência federal de inteligência Alemã, o BND ,mantém uma extensa rede de estações de intercepção na Alemanha e também em Taiwan. Colaboram também com os Franceses na operação de algumas estações ultramarinas, como a da Guiana.

Até ao início da década de 90 o BND operava uma estação perto de Cádis, dedicada aos cabos que saem de Espanha e Portugal. O seu nome de código é EISMEER.
Muitos satélites que a NASA lança não se dedicam a estudar o Universo, mas têm sim fins militares.
O primeiro satélite de escutas lançado foi o CANYON, em Agosto de 1968. Depois lançaram outros, Os satélites eram controlados a partir da base de Bad Aibling, na Alemanha. As suas órbitas não eram exatas, e isso fazia com que os satélites mudassem de posição e obtivessem mais dados ao interceptarem os feixes de micro-ondas emitidos pelos seus alvos terrestres. Até ao ano 1977 lançaram mais sete satélites CANYON.
Devido ao seu sucesso, conceberam uma nova classe de satélites, os CHALET, a base terrestre para os controlar era a Menwith Hill, em Inglaterra. Os primeiros dois satélites CHALET foram lançados em Junho de 1978 e Outubro de 1979. Quando o nome foi apresentado na imprensa os satélites foram apelidados de VORTEX.

Foi construído um novo centro de operações com 5000m quadrados, STEEPLEBUSH, quando o nome VORTEX foi publicado em 1987, os satélites foram rebatizados MERCURY.
A maioria deles são colocados em órbitas “geoestacionárias”, de modo a que, para um observador situado na superfície terrestre ele parece estar sempre na mesma posição.
(podem confundir-se com estrelas).

Os EUA apostam forte na intercepção de cabos subaquáticos através de sondas de escuta ( tais cabos são de transmissão de dados de Internet e telefone, intercontinentais).
Em 1999 investiram 400 milhões de dólares para modificar o submarino nuclear da classe Seawolf ,o USS Jimmy Cárter ( SSN-23). Foi alterado nos estaleiros da General Dynamics Electric Boat Division, em Groton, no Connecticut.

Este site nova-iorquino http://cryptome.org/ mostra exemplos de emails interceptados ou redigidos por redes de escuta echelon.
A partir do ano 2000 começaram a ser instalados grandes sistemas de armazenamento de enormes quantidades de tráfego destinado a análise. (tráfego web).
No cerne dos novos sistemas estão os chamados computadores PETAPLEX,.
Trata-se de gigantescos conjuntos de milhares de discos rígidos de baixo preço, conjuntamente ligados a um único complexo, ou nó, de memória.

O primeiro computador Petaplex tem capacidade para 1 peta byte de informação. (Igual a mil terabytes , ou seja um milhão de gigabytes ).
Repare que um computador doméstico tem apenas a capacidade para alguns Gb, há uns anos eram discos de 60 gb.

Um dos primeiros sistemas robotizados de armazenamento da NSA (National security agency ), chamado POWDERHORN, está hoje em exibição no Museu de Criptologia da NSA, no seu quartel general de Fort Meade. A legenda recorda que este mesmo modelo antigo , hoje já reformado, tem capacidade para 300 terabytes de dados. O equivalente a 15.000 anos de Wall Street Journal.



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